O Brasil é um caso perdido!

(Agência Blomberg, 14/09/2016)

A primeira vez que ouvi uma desalentadora mensagem sobre nós brasileiros foi na Dominican University (Chicago/USA). E ela era bem mais ácida em razão de nosso rebaixamento moral perante o mundo. Afinal, as mensagens depreciativas sobre nós mesmos adivinham das mensagens publicitárias veiculadas pela EMBRATUR, anunciando que o Brasil era o país do “carnaval”, terra de muito samba, de muita bebedeira, das mulatas nuas e dos jogares de futebol. Assim sendo, não tardou para que a comunidade econômica e financeira internacional formasse um desastroso juízo sobre o Brasil e os brasileiros, ou seja, “um país de “prostitutas” e de “jogadores de futebol””.

No passado, em razão do “copismo” inerente ao comportamento do brasileiro típico, éramos classificados como Terra dos Papagaios. Até hoje os argentinos se refere a nós como “los macaquitos” e o dramaturgo brasileiro Nelson Rodrigues a nós se refere como “vira-latas”. Mas tudo isto foi antes do lulopetismo chegar à Presidência da República. A partir desta “chegada” a sociedade brasileira se rebaixou a nível até então inimaginável de degradação moral, dando razão a Arthur Schopenhauer, ao vaticinar que: “nada do que existe no mundo é tão desgraçado que não possa ser piorado ainda mais!” Para meu desconforto pessoal, recentemente, em conversas com investidores (nacionais e internacionais), ouvi a seguinte sentença (porque se tratava de uma simples decisão empresarial: investir ou não-investir no Brasil e nos brasileiros): O BRASIL É UM CASO PERDIDO (a justiça não funciona, os magistrados, quando não são venais se convertem em “ativistas judiciais”, os poderes executivos e legislativos são corruptos aos extremos, nossas universidades se converteram em “biqueiras de drogas”).

Em síntese: O BRASIL É UM PAÍS SEM POVO! UM PAÍS SEM REFERÊNCIA TANTO NOS CÉUS, QUANTO NA TERRA (eu já havia ouvido isto anteriormente). Mas não estou sozinho neste desconforto. O Presidente Michel Temer também deve ter ouvido isto na REUNIÃO DO G20, na China e, novamente, muito provavelmente ouvirá a mesma sentença na ONU.

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