Municipalismo: somos nós, os paraguaçuenses, os principais responsáveis pelo nosso subdesenvolvimento

A Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 5 de outubro de 1988, em seus artigos 18, 29, 29-a, 30 e 31, tanto em termos ideológicos (inspiracional), quanto em termos práticos, uma espécie de cidade-estado (século vi a.c.), mas para vigência no século XX e posteriores. de forma definitiva, estes ditames constitucionais romperam com a extremada dependência que todos os prefeitos, anteriores a constituição de 1988, diziam possuir em relação a deputados estaduais, deputados federais, a governadores de estados, a senadores da República e ao próprio presidente da república. eis que todas as dotações orçamentárias destinadas aos municípios passaram a ser particionadas pelos tribunais de contas dos estados e da União Federal, independentemente de qualquer outra autoridade.

São os esforços empreendidos por prefeitos e vereadores, na formulação de seus projetos de cidade e de sociedade, quem definirá o sucesso ou o fracasso da cidadania local. assim sendo, as tais emendas parlamentares, levadas a efeito por parte de deputados e senadores, para pouco ou nada servem, salvo para fomentar a corrupção parlamentar no âmbito das assembleias legislativas, câmara dos deputados e senado federal. assim sendo, sem me delongar muito, se algum candidato a prefeito municipal em paraguaçu paulista, se apresentar a você, eleitor, dizendo-se ser amigo, deste ou daquele deputado, deste ou daquele senador, do governador e do próprio presidente da república, nas entrelinhas, está o candidato a prefeito dizendo que é inepto e/ou incompetente para a administração pública municipal. pior! está lhe propondo que o ajude a roubar, ainda mais, o nosso município e condenar-nos ao subdesenvolvimento perpétuo.

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