BRASIL: O Pais do Nada!

Qualquer um que se disponha a ler sobre a familia de equações matemáticas que tentam dar forma e conteúdo à hipótese do BIG-BANG, rapidamente saberá que, antes de tal explosão, somente existia o NADA (regido por forças e leis naturais ainda não identificadas).
Quem já leu PERO DE MAGALHÃES GÂNDAVO (História da Provincia de Santa Cruz), tal como a mim, por certo já experimentou o desânimo com esta TERRA, única no mundo, que não possui ÍDOLOS NO FIRMAMENTO e nem HOMENS NA TERRA.
Também por certo, tal qual a inumeráveis historiadores, sociólogos e antropólogos, haverá de constatar a INFERIORIDADE DO POVO BRASILEIRO, tornado nação, ou PARAISO MULATO, a partir da INDOLÊNCIA DOS ÍNDIOS NATIVOS (preguiçosos e promíscuos), mesclados com o INFERNO AFRICANO (negro escravizando negro na África) e temperada com o PURGATÓRIO EUROPEU (limpeza étnica em relação ao lixo humano que por lá existia no século XVI).
Esta mistura DELETÉRIA EM QUALQUER LUGAR DO PLANETA, no Brasil encontrou TERRENO FÉRTIL. Produziu, e se reproduziu aos borbotões. Tanto que atualmente conta com mais de 200 milhões de indivíduos imprestáveis para qualquer ATITUDE NOBRE. Por isto, e em razão disto, se assemelham a HIENAS (que sorriem enquanto devoram carniças e outros dejetos dos grandes predadores) e para NADA SERVEM.
Por parte de RICARDO LEWANDOWSKI e RENAN CALHEIROS, o que vimos ontem no SENADO FEDERAL, ao menos assim se parece, é que lá estavam a FINA FLOR DA REPRESENTAÇÃO DO NADA. Era o NADA, representando NADA e decidindo sobre NADA

(punição sem efeito prático e/ou didático – sentença teratológica).

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