Meu primeiro amor

Quando eu era criança (mais criança que hoje), deveria ter meus 8 anos, eu gostava de uma garotinha, acho que da mesma idade. A coisa mais difícil era saber alguma coisa dela, pois, criança não têm nenhuma técnica de paquera, flerte ou outra forma de dizer que se gostava de alguém. Tudo era mais difícil, numa época sem celular, Whatsapp, Facebook e outros artifícios que sobram nos dias de hoje. Aqueles momentos eram mágicos, pois aqueles mínimos instantes que eu a via na entrada e saída da escola, era a coisa mais gratificante do mundo, onde a coisa que eu mais queria era vê-la novamente no outro dia de aula.
Hoje, a modernidade que facilita as coisas, dificulta os relacionamentos, que se tornam cada vez mais superficiais e voláteis, onde um simples programa de comunicação pode desfazer casamentos, amizades, empregos, e, principalmente, externar a falta de caráter dos que não se preocupam com a ética e bons costumes.
Enquanto tivermos um mundo de pessoas vazias de Deus e princípios, cheias de si e regados a falta de respeito mútuo, a família, que é a base da sociedade, dificilmente trará um mundo melhor, com respeito aos princípios básicos para uma sociedade mais justa.

Comentários no Facebook

%d blogueiros gostam disto: