Será mesmo que chegou a hora?

Em todos os casos em que um ente querido, vizinho, parente ou alguém conhecido deixa o mundo dos vivos, sempre têm-se o hábito de dizer que “chegou a hora”, ou “foi vontade de Deus”, ou até mesmo “o destino quis assim”.
Mas, será que nossos dias na face da Terra estão mesmo contados?
Deus (ou o destino), tem mesmo controle sobre todas as coisas? Ele determina quem vive, morre, faz isso ou aquilo quando ele quer? Ou ele só tem interesse em determinar a hora da morte de cada um? Pois bem, se ele define tudo que vamos ou não fazer, por que estudamos e trabalhamos tanto, se tudo já está definido? Por que vou estudar pra um concurso, se a vaga já é minha?
Para o destino, não existe o “se”, se eu fizer isso, se eu fizer aquilo… Simplesmente, vai acontecer. Ora, se assim fosse, de que adianta nos precaver dos males que podemos encontrar, se é o destino que define se vamos ser bem sucedidos ou não?
Em todos os casos de morte prematura, encontramos a interferência de um fator que a provocou. Um acidente, uma doença, um mal súbito, até mesmo um tijolo que despenca de uma construção. Vejamos bem, se um turista morre esfaqueado por um delinquente no Rio de Janeiro, aquilo já estava escrito? Muitos dirão que sim, e se fosse pra Fortaleza, ele seria igualmente assassinado? Fazendo um paralelo, se eu deixar de estudar, sabendo que o destino já teria me separado pra assumir um importante cargo, será que eu assumirei de qualquer jeito, só porque o destino quis?
Embora os defensores da predestinação tenham muitos argumentos pra defender suas convicções, é certo que, “aquilo que o homem plantar, é aquilo que vai colher” (Gálatas 6:7).
Todos temos a chave do destino nas mãos, e cabe a cada um escolher qual caminho andar, e fazer o melhor, pra viver o melhor dessa terra, pois quem faz nosso caminho somos nós mesmos, cabe a cada um decidir qual direção tomar

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